Bem-vindos alunos, professores, funcionários e comunidade escolar do Colégio Estadual Profª Carmen Costa Adriano. Lembramos que o ano letivo de 2020 começa com aulas no dia 05 de fevereiro. Um ótimo ano letivo a todos!!
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
ENCERRAMENTO DO ANO LETIVO
Encerramos hoje mais ano letivo. Parabéns a todos os educadores do CE Carmen Costa que juntos fazem do nosso colégio um lugar de acolhimento, amor à profissão e união. Que 2020 seja um ano de muitas realizações e sucesso. Feliz Natal e um Próspero Ano Novo à família Carmen Costa e a toda comunidade escolar!!!!
quinta-feira, 19 de dezembro de 2019
REVISTA FEIJO AFRO 2019
A Revista Feijo Afro 2019 foi criada com o objetivo de reunir todas as atividades realizadas durante o evento da Feijo Afro deste ano. Parabéns a todos os profissionais que tornaram tudo isso possível. Vocês são nota 1000!!! Confira a versão que será impressa pelo link:
quinta-feira, 12 de dezembro de 2019
INAUGURAÇÃO DA SALA MULTIMÍDIA PROF JURACI MANSO
Na data de hoje, houve uma cerimônia para homenagear nossa querida amiga e professora de matemática, falecida no dia 13 de julho deste ano, Profª Juraci Manso da Silva. Além da direção, professores, funcionários e alunos, a cerimônia contou com a presença do Padre Eliel da Paróquia São João Batista, do filho Yves e das amigas de infância Catarina e Neusa. Na ocasião, foi inaugurada uma sala multimídia com o nome da professora Juraci. O padre abençoou nossa escola e seguiram as homenagens que culminaram num vídeo, exibido na sala multimídia. A cerimônia foi transmitida ao vivo pelo canal Espaço Cultural Lucélia Salgado. Assista à cerimônia pelos links do facebook:
https://www.facebook.com/luceliasalgado/videos/2183232098651625/
https://www.facebook.com/luceliasalgado/videos/977664849273792/
Assista também ao vídeo de homenagem:
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
APROVADOS IFPR 2020
Parabéns aos alunos aprovados no teste seletivo do Ensino Médio Integrado no Instituto Federal do Paraná para o ano de 2020!!!
Técnico em InformáticaCRISTIAN OLIVEIRA MITUGUI - 9º A
FELIPE GABRIEL DA SILVA JIANNI - 9º A
ALEXANDRE HENRIQUE VIANA DO COUTO - 9º C
Técnico em Mecânica
LARISSA VILLAR MATHEUS - 9º A
BRAYAN MAXWEL DA SILVA CORREA - 9º B
LORENA FELIPE ALVES - 9º C
domingo, 1 de dezembro de 2019
ROMERO BRITTO NAS AULAS DE ARTE
Durante as aulas de Arte do mês de novembro, os alunos do 8B da professora Giselli, realizaram um trabalho fantástico de reprodução das obras do artista brasileiro Romero Britto. Usando telas, tintas para tecido e desenhos, os alunos riscaram e pintaram seus quadros, os quais foram expostos na sala Retrô da Feijo Afro deste ano. Parabéns alunos!!! Parabéns professora!! Ficou show!!
sábado, 30 de novembro de 2019
XVI FEIJO AFRO 2019
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| Desenho: Profª Amanda Rederd |
Neste ano, outra novidade foi uma equipe de reportagem, coordenada pela Profª Amanda Gabriele e formada por alunos do Ensino Fundamental e Médio, os quais tinham a responsabilidade de entrevistar, registrar e escrever uma matéria sobre cada uma das oficinas.
| Equipe de repórteres |
Confira as reportagens:
MARACÁ
Por: Matheus Felipe de Oliveira Tavares, 2º ano B
A oficina denominada Maracá, orientada pelos professores Adriana, Janete, Gleisse e Eduardo trouxe um pouco dos costumes, pinturas, instrumentos, rituais e várias outras curiosidades do povo indígena para os alunos do ensino fundamental e médio. Maracá nada mais é do que um instrumento de percussão, feito de madeira com areia dentro, oval numa ponta e um cabo na outra muito semelhante ao chocalho que é utilizado no México. É usado pelos indígenas em festas e rituais diversos, e também utilizado pelos pajés para realizar feitos curativos. Durante a oficina, os alunos usaram garrafinhas de 250 ml (caçulinha) e feijão para construir um maracá. Em seguida, pintaram a garrafinha para dar um toque mais decorativo ao objeto.
GRAFISMO
Por: Thiago do Rosário Duarte, 2º ano B
Em entrevista com os professores responsáveis pela oficina de grafismo, foram feitas algumas perguntas sobre a importância das culturas indígena e afro nas escolas. Os professores responsáveis pela oficina eram: Profª. Giselli da disciplina de Arte, Profª Glaucia e Profª Graziela de Matemática, Profª Maria Amélia de Geografia e Profª Shirley de Língua Portuguesa. O grafismo é uma forma de representar ou escrever as palavras de determinada língua: grafia ou ortografia. Na cultura indígena, o grafismo pode representar sensações, datas especiais, eventos, como por exemplo: eles pintam seus corpos em algumas ocasiões como: para dançar, para a guerra ou para caracterizar a mulher ou o homem solteiros. O grafismo, no geral, é um meio de identificação para os indígenas e afrodescendentes. A origem do grafismo vem desde os tempos das cavernas, pois ainda sem uma linguagem específica, desenhos rupestres com expressões corporais e visuais eram pintados nas paredes das cavernas. Segundo a professora Giselli, a inspiração para a criação dessa oficina foi a identificação da beleza que a cultura indígena traz através do uso das linhas, cores e formas que nunca foram exploradas nas oficinas da Feijo Afro. A importância da Feijo Afro encontra-se em vários aspectos, tais como: a valorização da cultura do nosso país, a disciplina que é ensinada para os alunos através das oficinas, onde todos têm a oportunidade de conhecer coisas novas, as culturas indígena e africana, etc. Mas, principalmente, esse evento mostra a importância que cada cultura tem, tornando-se uma forma de extinguir o preconceito com o que é de fora.JOGO DA ONÇA
Por Hayane Ribeiro Lemos Salum, 1º ano B
Uma das oficinas da Feijo Afro deste ano foi o Jogo da Onça, que tinha como professores responsáveis, a Profª Elisângela e Profª Cecília de Educação Física, a Profª Patrícia Manassés de Ciências e Matemática e o Prof Gustavo Trierveiller da disciplina de Física. Os professores encontraram uma maneira divertida e educativa de ensinar um jogo indígena para os alunos cujo objetivo era mostrar um pouco dessa cultura e, com este jogo, ensinaram matemática também, pois o jogo é feito de desenhos geométricos. Numa cartolina, primeiramente, os alunos desenharam um quadrado e um triângulo, que fica como uma base para o quadrado na ponta e é desenhado com X fazendo pontos em cruz nas suas linhas, formando um tabuleiro. As peças eram tampinhas de garrafas pet. Para jogar, são 14 peças (tampinhas). Elas representam onças e cachorrinhos. Vence o jogo quem trancar o leão, deixando-o sem saída. Trata-se de um jogo conhecido pelos Barocos como adugo e pelos Guaranis como jaguá ixive. Na India, os nomes das peças são tigres e cabras. No Brasil, onças e cachorros. A peça solitária, o leão, representa um homem poderoso; já as outras peças são as pessoas fracas. Além de aprenderem e se divertirem montando seu próprio jogo, os alunos aprenderam também a jogar e puderam levar o seu jogo para casa.
FILTRO DOS SONHOS
Por: Marcelo Pedro Bezerra Cordeiro, 2º ano A
O Filtro dos sonhos é um amuleto típico da cultura indígena norte-americana que, supostamente, teria o poder de purificar as energias, separando os "sonhos negativos" dos "sonhos positivos", além de trazer sabedoria e sorte para quem o possui. Ele é conhecido por diversos outros nomes como "Caçador de sonhos", "Espanta pesadelos" ou "Catasonhos". Ele basicamente consiste em um círculo, tradicionalmente feito com fibras de um salgueiro-chorão e revestido com tiras de couro, ao qual são amarrados vários fios, formando uma espécie de teia de aranha com uma abertura circular no centro. Uma pena de ave (preferencialmente de coruja, por significar "sabedoria") é colocada debaixo da teia, assim como outras penas e adereços. A pena simboliza a respiração e o ar, elemento essencial para a vida. Os primeiros filtros dos sonhos surgiram na tribo dos Ojibwa, que habitavam a região dos grandes lagos da América do Norte. Os membros desta tribo pensavam que uma das principais missões das pessoas durante a vida era a de decifrar os sonhos, pois acreditavam que traziam importantes mensagens sobre o funcionamento da natureza, do universo e da vida. Para a realização da oficina, a sala foi decorada com cortinas, rendas e muitos filtros dos sonhos feitos de diferentes materiais, desde os originais, feitos de cipó, quanto os confeccionados de crochê, feitos pelas próprias professoras. Durante a oficina, as professoras Marideli, Alessandra e Nilda orientaram os alunos como confeccionar o seu próprio filtro dos sonhos, usando penas, argolas de plástico, barbante e muitas miçangas. "Acho que participar das oficinas é uma boa maneira de dar destaque para a cultura indígena e africana, funcionando como ferramenta de combate ao racismo", afirmou a aluna Caroline Maia do 8º G, quando entrevistada sobre a finalidade das oficinas. "Eu espero o melhor resultado possível para todos os estudantes e que a maioria dos alunos, possivelmente, saiam daqui reconhecendo a importância desta data", disse a professora Nilda quando questionada sobre o que esperava da oficina e também sobre a importância da Feijo Afro.
CAMINHO CULTURAL
Por: Gustavo Alves da Silva, 2º ano B
Com relação ao significado do nome da oficina, o professor Jason, da disciplina de Geografia, disse: "Temos que trabalhar com os alunos, as questões culturais das comunidades indígenas com base na Lei 10639 que revogou a Lei 11645 que torna obrigatório o ensino das culturas indígenas e africanas no Estado do Paraná ". A oficina consiste num jogo no qual os alunos lançam um dado e caminham por casinhas de tabuleiro numeradas e fixas em papéis no chão e respondem a questões relacionadas à cultura indígena paranaense (sobre as tribos Kaingang, Xetá e os Guaranis). O objetivo do jogo é ter contato com a cultura indígena de maneira lúdica e interessante, valorizando os materiais típicos e o contato com a natureza. Para o ambiente do jogo, a sala de aula foi muito bem decorada com conchas, folhas de bananeira e bambu formando uma ilha artificial e também alguns alimentos nativos e instrumentos utilizados pelos índios. "A importância da Feijo Afro é proporcionar o contato com as informações necessárias, pois muitos alunos ainda têm o pensamento, em relação à comunidade indígena, como se estivessem no séc. XV, mas já estamos no séc. XXI" – disse o professor Jason. Sobre os resultados esperados, o professor afirmou: "É que os alunos saiam com o olhar diferenciado em relação aos nossos irmãos indígenas".
DANÇA DO VENTRE
Por: Rebeca de Paula Glasenapp, 2º ano B
A dança do ventre considera a dança como algo sagrado e mostra os passos com técnicas que fundem aspectos da dança original e moderna. Sua origem vem do Antigo Egito, em rituais e cultos religiosos, nos quais as danças remetiam a deusas, com movimentos sensuais dos quadris, reverenciando assim, a fertilidade. Uma curiosidade interessante sobre a dança do ventre, é a origem do famoso lenço do quadril, aquele cheio de moedinhas. As moças de famílias pobres amarravam pequenas tiras de pano em volta do quadril e iam para o mercado dançar a fim de conseguir um dote de casamento. Os espectadores jogavam moedas de ouro para as dançarinas, e elas as costuravam em seus cintos, assim originando os atuais cintos de moedas. A inspiração para a criação da oficina, coordenada pela funcionária Ezilda Lane, segundo ela, foi o Antigo Egito, uma vez que também faz parte da cultura africana. Durante a oficina, os alunos aprenderam um pouco da história da dança do ventre e participaram da aula de dança, usando materiais como: lenços, cintos de moedas, maquiagens e música. Além de aprender mais sobre a cultura egípcia, o objetivo da oficina foi aprender na prática como dançar a dança do ventre de maneira lúdica e divertida, desmistificando e valorizando a beleza da dança do ventre.
CUSTOMIZAÇÃO DE JEANS
Por: Letícia Congrossi Teixeira, 2º ano B
Customizar significa reformar uma peça de roupa usada ou não, para reaproveitá-la ou deixá-la com uma nova “cara”, modificando completamente a peça original. A customização também se refere ao que fazemos quando cortamos as mangas de uma camisa, por exemplo, transformando-a numa nova peça. A oficina, coordenada pela Profª Andreia, de Língua Portuguesa, tinha o objetivo de fazer o aluno customizar sua própria peça de jeans. Para isso, cada aluno tinha que trazer uma peça sua para customização, como um shorts, uma calça, uma jaqueta, etc. O jeans é uma peça universal, que nunca sai de moda e, uma curiosidade, é que o jeans foi criado justamente para ser usado por pessoas da construção civil trabalhar, pois trata-se de um tecido resistente. Porém, com o passar do tempo, o jeans se modernizou e as pessoas passaram a adotá-lo como uma peça indispensável do seu guarda roupa. Segundo a professora, a grande inspiração para a criação da oficina foi a possibilidade de oportunizar que os alunos mostrassem seu estilo, o que gostam e que percebessem traços da própria personalidade na roupa customizada. Para isso, a professora arrecadou inúmeros materiais que os alunos utilizaram na prática, como agulha, tesoura, fios, lantejoulas, pérolas, correntes, rendas, botões, e até mesmo, vários retalhos de jeans. “Através da oficina, o aluno observa que podemos ser diferentes uns dos outros e isso pode começar a partir da sua roupa, e que o jeans pode auxiliar nessa diversidade de estilos”, diz a professora. Sendo assim, além de instigar a criatividade, o aluno aprendeu um pouco mais sobre customização de roupas e sobre como a sua personalidade pode ser exteriorizada de forma divertida e com originalidade. Segundo a professora Andreia, a importância da Feijo Afro deve-se ao contato com a diversidade, pois vivemos em um mundo onde muitas pessoas não aceitam as diferenças. O preconceito ainda existe, sendo o da cor da pele o mais frequente, infelizmente. “E a ideia da oficina surgiu justamente para não enfatizarmos apenas esse aspecto, mas para falarmos de todos os tipos de pessoas, todos os gêneros, todas as cores e todos os estilos”, afirmou a professora bastante feliz com os resultados da oficina.
DESENHO DA ARTE
Por: Nátali Painkiw da Silva, 2º ano B
A Prof. Liely, uma das professoras responsáveis pela oficina Desenho da Arte, relatou que o objetivo era fazer com que os alunos compreendessem que a arte africana faz parte da cultura brasileira e muito contribuiu para enriquecer vários aspectos da arte, da religião, da culinária e da dança no Brasil. Uma das curiosidades da arte africana é que eles faziam seus objetos de arte utilizando diversos elementos da natureza, como esculturas de marfim, máscaras entalhadas e ornamentos em ouro e bronze. A inspiração para a criação da oficina foi a cultura extremamente rica da África. A sala estava ricamente decorada com desenhos coloridos típicos da cultura africana e, durante a oficina, os alunos tinham que escolher um dos desenhos para copiar e pintar, deixando a criatividade aflorar. Os materiais utilizados foram: papéis coloridos, lápis para desenho, lápis de cor e tinta. A importância da Feijo Afro, segundo a professora Liely, é que os alunos apreciem a arte e cultura negra e indígena e que possam utilizar os ensinamentos das oficinas em sua vida.
MÁSCARAS AFRICANAS
Por: Larissa Santos Farlandes de Carvalho, 2º ano B
As máscaras são objetos valiosíssimos para a cultura africana. O significado vai desde espiritual e religioso ao sentimental, já que ela é utilizada em celebrações, nascimentos, rituais de iniciação, funerais, casamentos, etc. O uso da máscara é uma característica dos povos da África subsaariana — ao sul do deserto do Saara. Um povo pode ter dezenas de máscaras diferentes e entre os numerosos povos do continente, elas variam em estilo, tamanho, materiais utilizados, sem falar nos variáveis usos e significados. Uma das curiosidades interessantes também é o fato de que quando uma pessoa utiliza a máscara africana ela assume a entidade que a máscara representa, transformando-se assim no espírito invocado pela própria máscara, que passa a residir o corpo dessa pessoa. “A inspiração para a criação da oficina foi a grande importância que as máscaras possuem para a cultura africana e como essa ideia é interessante para a representação de uma cultura tão diferente da nossa”, explica uma das professoras responsáveis, a professora Mariza, da disciplina de Geografia. Durante a oficina, os alunos usaram materiais simples como tintas, papéis coloridos e cola para criar uma máscara visualizando modelos impressos. O objetivo da oficina, além de produzir uma máscara, é que os alunos se interessem ainda mais por aprender a respeito de outras culturas e que possam ampliar seus conhecimentos. A importância da Feijo Afro está em mostrar o quão importante é conhecer mais das culturas que fazem parte da criação da nossa cultura brasileira tão diversa e rica. Dessa forma, aprendemos que nossas raízes vêm de outras culturas e que o mínimo que devemos fazer, é conhecermos e nos orgulharmos de tudo isso.
GOSTOSURAS INDÍGENAS
Por: Ana Sofya de Souza Chaves, 2º ano B
Na oficina gostosuras indígenas, as professoras responsáveis deixaram claro que as comidas ali feitas eram receitas que fazem parte da cultura indígena desde os primórdios. Para realizar as receitas, foram utilizados principalmente a fécula de mandioca e o milho, para fazer a tapioca e o bolo de milho. Durante a oficina, os alunos ouviam e ajudavam a fazer as receitas indígenas na prática com ajuda das prestativas professoras Claury, Patrícia Conceição e Zaniele. A sala de aula estava parecendo uma cozinha de uma família grande, com uma mesa gigante no centro. As paredes traziam decoração que remetiam aos indígenas e as professoras pilotaram até mesmo um fogão, além de um forno elétrico e uma máquina de suco. As receitas eram preparadas e ao final, os alunos puderam degustar a tapioca, o bolo de milho e sucos de sabores exóticos como graviola e jabuticaba. Os alunos acharam interessante o fato de que a tapioca está sendo redescoberta, se tornando uma forma nutritiva em dietas quando na verdade já é usada há muito tempo de uma forma não tão glamurosa. A inspiração para a oficina, segundo as professoras, foi justamente essa, trazer o reconhecimento e a importância da culinária indígena no nosso dia a dia. As professoras inclusive esperam que os alunos valorizem mais a culinária indígena dentro da nossa culinária e que disseminem esse conhecimento em suas famílias. “As oficinas oferecem aos alunos a oportunidade de aprender sobre a diversidade que existe em nosso país e entender a nossa própria cultura”, afirmou a professora Patrícia.
CABELO AFRO
Por: Josemar Feliphe Costa Silva, 2º ano B
Para a oficina, a Professora Leda, das disciplinas de Biologia e Ciências, convidou uma ex-aluna do nosso colégio, para dar uma palestra sobre o cabelo afro e contar um pouco da sua experiência de vida. Usando slides explicativos e fotos, a ex-aluna Larissa Celestino abordou as origens do cabelo afro. Falou que surgiu no Egito e que o cabelo afro só teve reconhecimento quando surgiu o movimento Black Power. Ressaltou também acerca da sua experiência com o cabelo, a vergonha que ela tinha dele. Porém, certo dia, ela recebeu um elogio de uma amiga e, a partir de então, começou a gostar do próprio cabelo. Após esse acontecimento, sua vida mudou e ela começou a se sentir melhor. Sua autoestima aumentou drasticamente. Durante a palestra, ela ensinou como tratar e cuidar do cabelo. Ao final da palestra, ela sorteou um brinde entre os alunos. Após a palestra, a professora Leda começou a ensinar as alunas a fazerem tranças e dread. As alunas interagiram, umas fazendo tranças nas outras com a ajuda da professora e da convidada. A oficina me ensinou a ter amor próprio e confiar no meu potencial, independente de estilo e cabelo, somos belos e formosos do nosso jeito.
CESTAS TRANÇADAS
Por: Janaina Aparecida da Silva Cordeiro
MANCALA
Por: Janaina Aparecida da Silva Cordeiro
As professoras Silvana e Jessica foram as responsáveis pela oficina
de cestas nessa edição da nossa Feijo Afro, cujo objetivo era o trabalho em equipe e o empenho dos alunos na
montagem das cestas. Os materiais utilizados foram jornais, revistas, cola e tinta. As cestas
trançadas têm origem indígena, e são feitas originalmente de cipós e bambus. Hoje em dia, a venda das cestas se tornou uma fonte de renda para os índios,
assim como outros tipos de artesanato. A cultura indígena é rica em
beleza e história e nessa manhã os nossos alunos tiveram a
oportunidade de conhecer melhor tudo isso.
Por: Amanda dos Santos Costa, 8º ano A
Há 16 anos o colégio Carmen Costa Adriano promove um evento chamado Feijo Afro, mobilizando alunos e professores. Este ano, o formato de oficinas trouxe muitas atividades práticas cujo objetivo é oportunizar o contato dos alunos com as culturas que formam o povo brasileiro. Para isso, um grupo de professores criou uma oficina sobre o pai dos muitos jogos de tabuleiro africanos: a Mancala. Mancala é uma família de jogos de tabuleiro jogada ao redor do mundo, algumas vezes chamada de jogo de semeadura ou jogos de contagem e captura, com regras gerais. O objetivo do jogo é capturar o maior número de pedras. O jogo começa em geral com 4 pedras em cada buraco, sua jogada consiste em escolher um buraco, retirar suas pedras e distribuí-las pelos outros buracos, uma por buraco, no sentido anti-horário (algumas versões do jogo no sentido horário). ‘É um jogo que trabalha concentração e estratégia’, disse a professora oficineira Célia Regina. Os materiais utilizados na oficina, segundo a aluna, Jéssica Mendes, foram: feijões, caixas de ovos e copinhos descartáveis. Mancala é um dos muitos jogos que servem para representar a cultura afro, para que venhamos entender que apesar das diferenças ‘somos todos iguais’.
CERÂMICA
Por: Profª Luara
A arte africana com sua diversidade de elementos artísticos encanta há milhares de anos. Desde a pré história vem sendo desenvolvida e até os dias atuais nos surpreende por seu caráter místico e carregado de significado. Na arte africana as produções são inúmeras, representando aspectos ligados à espiritualidade e a fé. Os materiais mais utilizados são madeira, bronze, ferro, ouro, marfim e pedras. Na representação das esculturas com figuras femininas, o seu significado está relacionado à fertilidade, ou seja , à mulher, o corpo feminino é o responsável por gerar vidas. Muitas vezes a representação da escultura é de uma mulher grávida, pois os africanos acreditam que esta imagem atrai a fertilidade e a possibilidade do nascimento de uma criança com traços bonitos e saudáveis. A presença da fé e do caráter religioso é um fator predominante na elaboração das peças de arte africana, por esse motivo seus objetos artísticos tem grande importância cultural, simbólica e afetiva no que diz respeito aos valores e crenças das pessoas do continente africano. A oficina de cerâmica ocorreu no período noturno, com alunos do Ensino Médio e foi ministrada pelas professoras Luara, da disciplina de Arte e Leda, da disciplina de Biologia. Primeiramente, os alunos ouviram a história de como eram feitas as bonecas afro e indígena. Em seguida, eles receberam pedaços de argila e foram ensinados a montar o corpo, vestido e cabeça. Alguns enfeitaram suas bonecas com conchas e outros criaram bonecas representando mulheres carregando crianças, baldes, etc. Depois da secagem, as bonecas foram pintadas com spray dourado.
SALA RETRÔ
Com o objetivo de relembrar edições anteriores da Feijo Afro, há alguns anos uma sala retrô é decorada com trabalhos, fotos, objetos e camisetas de outros anos. Este ano a sala foi organizada e decorada pela Profª Ivete da disciplina de História e pela pedagoga Alessandra. Pura nostalgia!
Com o objetivo de relembrar edições anteriores da Feijo Afro, há alguns anos uma sala retrô é decorada com trabalhos, fotos, objetos e camisetas de outros anos. Este ano a sala foi organizada e decorada pela Profª Ivete da disciplina de História e pela pedagoga Alessandra. Pura nostalgia!
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